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Stopover em Dallas

Se você esta com viagem para qualquer lugar do continente e tem como escala ou stopover em Dallas, vamos passar algumas dicas do que fazer na cidade.

Dallas é a terceira maior cidade do estado americano do Texas e centro da mais populosa região metropolitana do estado. Apenas Houston e San Antonio possuem mais habitantes, embora suas áreas metropolitanas sejam menos populosas que a de Dallas.

Fomos para Amsterdã com a American Airlines, e nós tínhamos 10h de espera no aeroporto.

Aí sempre vem aquela dúvida: sair do aeroporto ou após 10h de vôo (SP -Dallas), o melhor é aproveitar o Club AA tomar um banho e dormir um pouco antes de prosseguir viagem?

   

A nossa opção foi ir até outlet em Grapevine, que chama-se Grapevine Mills, longe de ser um outlet como estamos acostumados em Miami, mas tem lojas de esportes,como Adidas, Asics, Nike compramos um tênis da Nike de corrida por US$23,00 (acredite!), além da GAP, Guess, e se precisa de roupas para o frio recomendamos uma visita a loja Sun & Ski.

Apesar de termos 10h de espera no aeroporto, o nosso tempo de compras estava restrito, pois o nosso voo chegou as 6 a.m., e o outlet abre as 10h. O primeiro shuttle sai do aeroporto as 10h, e chega aproximadamente as 10h30 no shopping, faz de duas a três paradas, e custa US$ 5,00 por pessoa, ida e volta. No retorno, o shuttle sai do Grapevine Mills a cada 1h, iniciando as 10h30 e chega em aproximadamente 20 min no aeroporto. Então o importante é se programar e saber qual loja você tem interesse em visitar.

Nós ficamos 2h e conseguimos fazer o que havíamos programado. Não se esqueça que terá que passar novamente pela segurança do aeroporto DFW, e dependendo do dia e horário o volume de pessoas é grande e a revista demorada.

Recomendo certificar onde será o terminal de embarque, pois geralmente não é onde você chegou, e o aeroporto é gigante, para ir de um terminal no outro é necessário utilizar o Skylink, um trem que leva você aos terminais.

 

 

 

 

 

 

 

 

Caso a sua opção seja ficar no aeroporto, e usufruir do club AA.

Os clientes selecionados podem desfrutar do acesso gratuito a uma experiência gastronômica Premium:

  • Um cliente que viaja em Primeira Classe em um vôo internacional transacional transacional ou de classe 3 qualificado comercializado e operado por uma companhia aérea americana ou mundial, e no mesmo dia (ou antes das 6 horas do dia seguinte).
  • Um membro da AAdvantage ® Executive Platinum (independentemente do voo da cabine) que parta ou se conecta a um vôo internacional qualificado * comercializado e operado por uma companhia aérea americana ou mundial
  • Um cliente World® Emerald SM ** (independentemente da cabine voltada) partindo ou se conectando a qualquer voo comercializado e operado por uma companhia aérea americana ou mundial

* As cidades internacionais qualificadas incluem vôos de ou para a Europa, Ásia, América Central e do Sul, Austrália e Cidade do México apenas. Todos os outros destinos internacionais estão excluídos deste benefício.

** Os clientes American Airlines AAdvantage Executive Platinum que viajam exclusivamente em itinerários norte-americanos não se qualificam para o acesso do Flagship Lounge. América do Norte é definida como EUA (incluindo Havaí e Alasca), Canadá, México (exceto Cidade do México), Bermudas, Bahamas e Caribe.

Os clientes que viajam em ingressos sem receita da indústria aérea não são elegíveis para acesso.

Agora se você não se enquadra em nenhuma destas categorias, também é possível acessar o espaço pagando um valor de US$27,00 por pessoa

 

Agora se você vai ficar mais dias segue um roteiro sugerido pela Revista Viagem Maio/2017

48h em Dallas

Lark in the Park, além de uma vista espetacular você começa o dia bem alimentado

Dallas Museum of Art: reserve algumas horas para conhecer o museu, afinal cultura não faz ninguém

The Sixth Floor Museum at Dealey Plaza : o assassinato de Kennedy em 22/11/1963 é contado em detalhes, você consegue ver a janela da qual o Oswald atirou e dá até para visualizar o trajeto das balas

Bishop Arts District: centro comercial que reúne mais de 60 galerias, cafés, lojas de decoração e de bikes, empórios, grifes independentes, bares e teatros. Aos domingos, costuma ter músicas ao vivo na rua

Fearings: a 15 minutos do Bishop esta o premiado Fearings (no almoço o menu fixo sai por aproximadamente US$100,00), no almoço o rodízio sai por aproximadamente US$34,00.

Dallas Word Aquarium: um misto de aquário e zoológico

Kimbell Art Museum (não fica na cidade de Dallas, com UBER você vai gastar aproximadamente US$30,00, e você pode prosseguir para o aeroporto, esta próximo ao DFW).

 

E se você gosta de hamburguer, não se esqueça, lá é a terra….

 

A gente se vê por aí, em algum lugar do Universo !!!

 

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Bacio,

 

Rey & Ká

 

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DEZ RAZÕES PARA MORAR NOS EUA

Rio Colorado - EUA -  - Roteiros Personalizados - Viagens - Turismo - Essência e Estilo

Todo mundo sabe que os Estados Unidos são um dos destinos favoritos dos brasileiros. Seja para “turistar” em Nova York ou na Disney, ou mesmo para “tentar a vida”, a terra do Tio Sam atrai milhões de brasileiros todos os anos. Mas por que os Estados Unidos? As razões são as mais diversas, e cada um tem as suas. Uns tentam uma vida melhor, outros pretendem aprender inglês, fazer faculdade ou outros vêm atrás de um grande amor.

1) O idioma é o inglês – tudo bem, você pode não saber inglês fluentemente, mas ao menos alguma vez na sua vida você ouviu a frase “The book is on the table”. Em tese, o idioma faz parte do currículo escolar e a influência do idioma no Brasil é grande. Se você não sabe inglês, vai precisar aprender quando chegar aqui? Sim. Vai pagar muitos micos? Absolutamente sim. Mas muito pior é você morar na China e ter que conviver com o aprendizado do Mandarim. Imagine a situação, em Xangai: você vai a uma loja destas como a Home Depot, que vende material para construção, e precisa ir desesperadamente ao banheiro. Você olha por todos os lados ansiosa para encontrar um, nem que seja um daqueles banheiros Chineses (ou Parisienses), com apenas um buraco no chão. Nada! Ai você encontra um vendedor da loja e tenta iniciar uma conversa para perguntar onde fica o dito cujo do banheiro. Depois de muitas palavras desencontradas e muita mímica, você pensa que ele te entendeu… Ele te leva até o departamento que vende vasos sanitários ao invés de mostrar onde fica o banheiro! Socorro! Então caro leitor, viver num país em que o idioma oficial é o inglês facilita muiiiiito a nossa vida! E temos ainda o Espanhol, que é o segundo idioma mais falado nos EUA, e sua proximidade com o Português faz com que todos nós sejamos PhD’s em Portuñol. Agora em Miami e Orlando, você vai falar de tudo, incluindo Português e várias lojas aceitam o BRL (R$), Real.

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2) A vida é muito prática – Morei em Milano-Itália, mas os Estados Unidos são imbatíveis neste quesito. Existe produto para limpar de cueca encardida até parede manchada, e tudo o que você imagina pode ser comprado online. As lojas abrem cedo e fecham tarde. Drive through de todo tipo, de farmácia a banco. As crianças vão à escola das 8 às 15 horas, e lá mesmo fazem várias atividades extra-curriculares, então aquela vida de “mãetorista” brasileira praticamente é inexistente. Muitas crianças se utilizam dos ônibus escolares, aqueles amarelos, então nem levar e buscar a prole na escola você precisa. Frutas e verduras limpas, cebola cortada, alho descascado, frango temperado. Tudo para facilitar a sua vida!

Em São Francisco nasceu o UBER, que agora está em diversos países do mundo. Um novo conceito de “carona” com cobrança. Já tem no Brasil.

3) Boas escolas públicas – os EUA podem não ter a melhor educação do mundo, mas ainda estão muito à frente do Brasil. As escolas públicas são muito boas, e você só precisa morar na zona da escola para poder matricular seu filho. Claro que existem escolas ruins, mas se você souber escolher bem onde vai morar, poderá com certeza dar uma educação de qualidade aos seus filhos, e gratuita. A situação muda um pouco quando falamos sobre universidade, já que as melhores são pagas, e bem pagas!

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4) Esportes – Não é a toa que em todas as Olimpíadas os EUA estão sempre na frente ou em 2º lugar. Se seu filho(a) gosta de praticar esportes e a família aposta que a criança tem futuro, aqui ela encontra todo o incentivo do mundo para se dar bem no esporte. É uma vida dura e cheia de dedicação, mas com chances de sucesso. As crianças que praticam natação, por exemplo, treinam todos os dias bem cedo, das 5 da manhã até a hora de irem à escola (e ainda depois da escola e nos finais de semana). O mesmo se dá para quem é bom em ginástica olímpica. Muitos pais até optam por home schooling (ensinar a criança em casa), para ter mais flexibilidade nos horários e para que a criança assim possa treinar mais. Tudo isso porque uma criança boa em esportes tem grandes chances de conseguir uma bolsa de estudos na universidade, que custa muito dinheiro por aqui. E novamente estão dando um “insight” no Futebol (soccer).

5) Aqui não tem novela das 8 – (a não ser que você seja assinante da Globo Internacional)! Esse hábito, que a família toda se reúne ao redor da TV após o jantar para assistir à novela, não tem aqui. O que me choca não é o fato de crianças pequenas assistirem a novela, cheia de sacanagem, de gente puxando o tapete do amigo, de mulher se vestindo de uma forma bem vulgar – e crianças de 6, 7, 8 anos assistindo junto com o papai e a mamãe na sala! E todo mundo acha isso completamente normal! Não acho de maneira nenhuma que a TV americana tenha programas de qualidade, mas no Brasil as crianças são expostas muito cedo a programas impróprios à idade.

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6) Boa qualidade de vida – Além de boa educação, o fato de se viver com mais segurança ajuda MUITO na sua qualidade de vida. E olha que os EUA estão longe de ser o paraíso nesta área, mas não achar que você pode constantemente ser assaltado, sequestrado e até assassinado todos os dias é um grande conforto. A segurança associada a uma vida prática, boas escolas, parques, programas ao ar livre fazem com que tenhamos uma boa qualidade de vida aqui. Difícil trocar isso por uma vida na caótica São Paulo. Mesmo que de vez em quando aparece um “moleque louco” dando tiros nos colegas do High School e se matando em seguida. O Presidente Obama tem falado muito sobre a questão da venda livre de armas de fogo.

7) Custo de vida – devido ao tamanho dos EUA, pode ser que para alguns isto não seja um ponto favorável. Em Manhattan, o custo de vida com certeza não faria parte da minha lista. Mas em Houston eu posso dizer que o custo de vida é baixo se comparado a muito lugares do Brasil, inclusive São Paulo. No Texas não se paga imposto municipal ou estadual – apenas imposto de renda e o Property Tax, que é mais ou menos como um IPTU. E embora o Property Tax possa ser bem caro, pois varia de acordo com o tamanho e localização de sua casa, ainda assim o custo de vida é baixo, se comparado a muitos das grandes cidades no Brasil.

8) Turismo – Os EUA são um país enorme, o quarto maior do mundo, com diferenças regionais marcantes. Além de Orlando, Miami e Nova York, os queridinhos dos brasileiros, os EUA têm muitos lugares a serem descobertos, como grandes estações de esqui, parques nacionais, paisagens maravilhosas e clima para todos os gostos. E se você acompanhar os sites de venda de passagens aéreas vai perceber que é possível achar uma pechincha e conhecer um lugar diferente nas suas férias. Os preços praticados pelas companhias aéreas e hotéis no Brasil parecem até piada de mau gosto quando comparados com o que se consegue por aqui.

Peça sua cotação por e-mail: sp.toscanobrasil@ahobaviagens.com.br

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9) O idoso continua a viver – No Brasil, os idosos se isolam a partir de certa idade. Você encontra poucos idosos que viajam pelo país, que praticam exercícios todos os dias, que vão ao teatro. São minoria. Nos EUA é muito comum ver idosos nadando na piscina do clube todos os dias, fazendo yoga, indo às compras sozinhos. Claro que aqui não é o melhor país do mundo para se envelhecer por conta do custo altíssimo do seguro saúde, mas percebo que os idosos tem mais espaço na sociedade. Inclusive você encontra muitos deles trabalhando em lojas como Walmart, Walgreens, CVS ou Home Depot, por exemplo.

10) Menos burocracia – Se tem uma coisa que encontramos em excesso no Brasil, é burocracia. O Governo Brasileiro cria as “dificuldades” para vender as “facilidades”. Tanto que existem os cartórios, uma instituição que existe para comprovar sua assinatura, para carimbar três vezes o mesmo papel e claro, cobrar taxas absurdas por esses serviços. Para abrir e fechar uma empresa no Brasil, você precisa de muitos documentos. Para fechar, então, é um parto à forceps. Nada é facilitado nesta área. Aqui tudo é mais simples. Precisa reconhecer firma de sua assinatura? Vá até o banco que você tem conta, e no próprio balção de informações eles fazem isso, na hora, sem cobrar nada. Igualzinho ao Brasil, né?

Bom, vamos aos EUA?

Fale conosco!

A gente se vê por aí, em algum lugar do Universo!!!

Bacio!

Rey & Ká

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